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	<title>Advogados Florianópolis - Santa Catarina - Meetabel Escritório de Advocacia em Florianópolis</title>
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	<description>Advogados Florianópolis - Santa Catarina</description>
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		<title>Servidor tem regras para aposentadoria especial</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:41:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Servidor tem regras para aposentadoria especial]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Previdência Social publicou ontem no &#8220;Diário Oficial da  União&#8221;, regras para que a União, os Estados e os municípios avaliem os  pedidos de aposentadoria especial, que antecipa o benefício em cinco  anos, feito por servidores que exerceram atividade prejudicial à saúde.
No entanto, a medida vale só para quem conseguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministério da Previdência Social publicou ontem no &#8220;Diário Oficial da  União&#8221;, regras para que a União, os Estados e os municípios avaliem os  pedidos de aposentadoria especial, que antecipa o benefício em cinco  anos, feito por servidores que exerceram atividade prejudicial à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a medida vale só para quem conseguir primeiro no STF  (Supremo Tribunal Federal), um mandado de injunção (tipo de ação que  reconhece um direito e que pode ser solicitado diretamente à corte)  pedindo a aposentadoria especial. O tribunal não concede o benefício,  mas exige que o pedido seja analisado pelo órgão do governo e diz que,  por falta de uma regulamentação, as regras do INSS deverão ser  aplicadas.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, por falta de uma lei específica, os Estados e os municípios  não sabiam qual procedimento deveria ser adotado na hora da concessão  desse tipo de aposentadoria. Por isso, o INSS soltou as regras ontem.</p>
<div id="articleBy" style="text-align: justify;">
<p><strong>Fonte: Ana Magalhães</strong> e <strong>Bernardo Moura</strong> do <strong>Agora</strong></div>
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		<title>Instrução normativa define regras para análise de aposentadorias especiais</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:40:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Decisão resulta de discussão no Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev)
27/07/2010 &#8211; 15:39:00
Da Redação (Brasília) – Os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios têm agora regras gerais e orientações para reconhecer ou não o tempo de serviço público exercido por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Decisão resulta de discussão no Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev)<br />
27/07/2010 &#8211; 15:39:00</p>
<p style="text-align: justify;">Da Redação (Brasília) – Os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios têm agora regras gerais e orientações para reconhecer ou não o tempo de serviço público exercido por servidores sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, para fins de concessão de aposentadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">É o que estabelece a Instrução Normativa (IN) nº 1, da Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPS), publicada nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União (DOU), para os casos em que o segurado esteja amparado por mandado de injunção, concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o secretário de Políticas de Previdência Social, Fernando Rodrigues, a concessão pelo STF de diversos mandados de injunção a servidores públicos vinculados aos RPPS em todo o país &#8211; assegurando o direito de terem o seu pedido administrativo de aposentadoria especial apreciado &#8211; tornou necessária a publicação da IN, pela SPS, definindo regras gerais para que os regimes próprios se posicionem em relação às decisões judiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">A IN determina que o reconhecimento de tempo de serviço público exercido sob condições especiais pelos regimes próprios dependerá de comprovação do exercício de atribuições do cargo público de modo permanente, não ocasional nem intermitente, nessas condições.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não será admitida a comprovação de tempo de serviço público sob condições especiais por meio de prova exclusivamente testemunhal ou com base no mero recebimento de adicional de insalubridade ou equivalente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dessas normas, a IN estabelece uma série de critérios e requisitos – como a observância de legislação e regulamentos previdenciários &#8211; que precisam ser atendidos para poder assegurar o reconhecimento do tempo de serviço, com a finalidade da concessão de aposentadoria especial a servidores públicos amparados judicialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mandados de injunção são concedidos pelo STF aos segurados em razão da demora na regulamentação do artigo 40, parágrafo 4º da Constituição Federal, que prevê aposentadoria especial ao servidor público.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário também explicou que nos mandados de injunção o STF determina a aplicação do artigo 57 da Lei nº 8.213/91 – que trata das aposentadorias especiais dos trabalhadores vinculados ao Regime Geral de Previdência Social, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso implica, segundo informou, a adoção de requisitos e critérios próprios do RGPS, tornando-os compatíveis, se necessário, na análise das atividades exercidas sob condições especiais pelos servidores dos RPPS.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto final da Instrução Normativa foi discutido e aprovado pelos dirigentes dos RPPS, na última reunião ordinária do Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev), realizada nos dias 15 e 16, em Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">Clique aqui para ver a instrução normativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Informações para a Imprensa<br />
Pedro Arruda<br />
(61) 2021-5113<br />
ACS/MPS</p>
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		<title>Justiça facilita contagem de tempo especial</title>
		<link>http://www.advogadoflorianopolis.com.br/justica-facilita-contagem-de-tempo-especial-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 05:16:48 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça facilita contagem de tempo especial]]></category>

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		<description><![CDATA[O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que exerceu  atividade insalubre entre 1998 e 2003 poderá conseguir, na Justiça, a  conversão desse tempo &#8211;chamado de especial por conta dos riscos à  saúde&#8211; em tempo comum de maneira mais rápida. Uma decisão do STJ  (Superior Tribunal de Justiça) publicada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que exerceu  atividade insalubre entre 1998 e 2003 poderá conseguir, na Justiça, a  conversão desse tempo &#8211;chamado de especial por conta dos riscos à  saúde&#8211; em tempo comum de maneira mais rápida. Uma decisão do STJ  (Superior Tribunal de Justiça) publicada em junho deste ano garantiu a  conversão do tempo especial em comum, permitindo ao segurado antecipar o  seu benefício.</p>
<p style="text-align: justify;">O STJ vai aplicar, nessa decisão, a lei de recursos repetitivos &#8211;ou  seja, se as instâncias inferiores seguirem o mesmo entendimento, não  será mais possível recorrer ao tribunal, acelerando o processo em favor  do segurado.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa conversão permite antecipar a aposentadoria por tempo de  contribuição, que exige 30 anos de pagamento ao INSS, para mulheres, e  35 anos, para homens.</p>
<div id="articleBy" style="text-align: justify;">
<p><strong>Fonte: Ana Magalhães</strong> do <strong>Agora</strong></div>
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		<title>Concessão de pensão fica mais fácil na Justiça</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 07:00:47 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Concessão de pensão fica mais fácil na Justiça]]></category>

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		<description><![CDATA[Os dependentes de um ex-segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro  Social) podem conseguir, na Justiça, a pensão por morte, mesmo se o  trabalhador que morreu não tinha condições de se aposentar e não pagava a  Previdência há mais de três anos.
Decisão do TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os dependentes de um ex-segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro  Social) podem conseguir, na Justiça, a pensão por morte, mesmo se o  trabalhador que morreu não tinha condições de se aposentar e não pagava a  Previdência há mais de três anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Decisão do TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que atende os  Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, publicada em março deste  ano, deu a pensão ao dependente de um ex-segurado que tinha o tempo  mínimo de contribuição para a aposentadoria por idade, quando morreu,  mas não tinha atingido 65 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de aposentadoria exige 15 anos de contribuição previdenciária,  além de 65 anos de idade para homens e 60 para mulheres. Quem foi  filiado ao INSS antes de julho de 1991, pode se aposentar com tempo de  contribuição menor.</p>
<div id="articleBy" style="text-align: justify;">
<p><strong>Fonte: Ana Magalhães</strong> do <strong>Agora</strong></div>
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		<title>Justiça de SP dificulta troca de aposentadoria</title>
		<link>http://www.advogadoflorianopolis.com.br/justica-de-sp-dificulta-troca-de-aposentadoria/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 04:56:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Justiça de SP dificulta troca de aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Justiça paulista vem dificultando a troca de aposentadoria para quem  continua trabalhando e contribuindo para o INSS (Instituto Nacional do  Seguro Social).
Em uma sentença publicada no último dia 15, o TRF 3 (Tribunal Regional  Federal da 3ª Região) autorizou a troca do benefício &#8211;também chamada de  desaposentação. Entretanto, para isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Justiça paulista vem dificultando a troca de aposentadoria para quem  continua trabalhando e contribuindo para o INSS (Instituto Nacional do  Seguro Social).</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma sentença publicada no último dia 15, o TRF 3 (Tribunal Regional  Federal da 3ª Região) autorizou a troca do benefício &#8211;também chamada de <strong> desaposentação</strong>. Entretanto, para isso, o segurado deveria devolver  todos os valores que recebeu do INSS. A posição já havia sido adotada em  janeiro deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dois julgamentos, o tribunal justificou que a restituição dos  benefícios já pagos é necessária para que esse segurado não tenha  vantagem financeira sobre outro que decidiu continuar trabalhando, sem  se aposentar, para receber mais depois.</p>
<div id="articleBy">
<p><strong>Fonte: Gisele Lobato</strong> do <strong>Agora</strong></div>
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		<title>Gabas entrega à população de São Manuel nova Agência da Previdência Social</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 04:54:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gabas entrega à população de São Manuel nova Agência da Previdência Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é a 4ª nova unidade do estado e atenderá também moradores de Pratânia e Areiópolis

Da  Redação (Brasília) – O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo  Gabas, ressaltou na manhã desta sexta-feira (23), ao inaugurar a Agência  da Previdência Social de São Manuel, em São Paulo, a importância da  parceria com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Esta é a 4ª nova unidade do estado e atenderá também moradores de Pratânia e Areiópolis</div>
<div id="detalhe" style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Da  Redação (Brasília) – O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo  Gabas, ressaltou na manhã desta sexta-feira (23), ao inaugurar a Agência  da Previdência Social de São Manuel, em São Paulo, a importância da  parceria com as prefeituras para a implementação das 720 novas unidades  do Plano de Expansão da Rede de Atendimento (PEX) em todo o país. “As  prefeituras e as câmaras de vereadores compreenderam a importância da  instalação de uma unidade para a população e agiram com rapidez na  doação dos terrenos”, disse.</p>
<p>Gabas informou também que a Previdência Social, em seu processo de  melhoria, expansão e modernização, está colocando à disposição dos  cidadãos o que há de mais atual em tecnologia. “Os cidadãos procuram a  Previdência para obter direitos e a Previdência hoje reconhece  direitos”, disse ele, lembrando o reconhecimento automático de direitos  em 30 minutos.</p>
<p>Ele destacou ainda a atuação dos servidores nesse processo de melhoria, e  a importância da Previdência Social para o fomento das economias  locais, principalmente na crise financeira internacional de 2009.  “Trabalhamos todos os dias para possibilitar a distribuição de renda e  para ampliar a cobertura previdenciária”, disse.</p>
<p>O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Valdir  Simão, revelou que toda essa transformação da Previdência Social “é  precedida pelo conceito de respeito ao cidadão”. Ele disse que, apesar  de muitos serviços poderem ser feitos de forma remota, ainda é  necessário a presença do segurado na APS. E é para atendê-lo com  qualidade e conforto que a Previdência Social tem investido na melhoria,  disse Simão.</p>
<p><strong>São Manuel -</strong> A APS do município de São Manuel é a quarta criada  no estado neste ano pelo PEX. As outras agências foram instaladas nos  municípios de Dois Córregos, Tanabi e Martinópolis.</p>
<p>Com a nova unidade, os moradores de São Manuel, e também os segurados  dos municípios de Pratânia e Areiópolis, não precisarão mais se deslocar  a outras cidades para serem atendidos. Antes da instalação da unidade, a  população destes três municípios – estimada em 52 mil pessoas &#8211; tinha  que percorrer cerca de 30 quilômetros até as cidades de Botucatu e  Lençóis Paulista  em busca dos serviços previdenciários.</p>
<p>A nova agência foi projetada para garantir mais conforto e segurança à  população e aos servidores. Na área construída de 325m² foram instalados  seis pontos de atendimento e duas salas de perícia. A APS conta com  dispositivos de segurança e acessibilidade a pessoas com deficiência.</p>
<p>A APS de São Manuel tem capacidade para atender a cerca de duas mil  pessoas por mês e realizar cerca de 400 perícias mensais. Na unidade, os  segurados terão acesso a todos os serviços previdenciários, no horário  de atendimento ao público, das 8 às 14h.</p>
<p><strong>Informações para a Imprensa</strong><br />
<span>(61) 2021-5113</span><span dir="ltr"><span> </span></span><br />
ACS/MPS</div>
<p style="text-align: justify;">
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		</item>
		<item>
		<title>Consumidor pode questionar juros de cartões de crédito na Justiça</title>
		<link>http://www.advogadoflorianopolis.com.br/consumidor-pode-questionar-juros-de-cartoes-de-credito-na-justica/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 04:53:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor pode questionar juros de cartões de crédito na Justiça]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja esta e outras dicas do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo para sair das dívidas dos cartões
Consumidores com dívidas de cartões de créditos podem recorrer à Justiça para questionar os juros e as multas, ou então podem tentar negociar um acordo com a administradora dos cartões. As duas alternativas fazem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Veja esta e outras dicas do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo para sair das dívidas dos cartões</p>
<p style="text-align: justify;">Consumidores com dívidas de cartões de créditos podem recorrer à Justiça para questionar os juros e as multas, ou então podem tentar negociar um acordo com a administradora dos cartões. As duas alternativas fazem parte das dicas sugeridas pelo Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) para que os clientes saiam das dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A procura sobre o assunto cresceu 28% nos últimos seis meses, segundo José Geraldo Tardin, presidente do Ibedec. Na última semana, dados da Serasa Experian atestam a importância da questão ao apontar um aumento de 7% do endividamento dos consumidores com os cartões de crédito e empresas financeiras em junho deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja as dicas para sair da dívida do cartão:</p>
<p style="text-align: justify;">- Procure a administradora de seu cartão de crédito e veja qual a possibilidade de acordo para cancelar ou suspender o cartão, reduzir a dívida e parcelar o pagamento.</p>
<p style="text-align: justify;">- Avalie também, caso seja correntista de banco, a possibilidade de tomar um empréstimo do tipo Crédito Direto ao Consumidor (CDC) para liquidar a dívida do cartão e pagar este empréstimo em parcelas. Os juros do CDC costumam não ultrapassar 3% ao mês.</p>
<p style="text-align: justify;">- Caso não consiga um acordo administrativo ou uma linha de financiamento para quitar a dívida, você pode recorrer a Justiça. Em uma ação judicial, é possível questionar os juros cobrados (que não podem exceder a média do mercado divulgada no site do Banco Central), a capitalização de juros, e a cobrança de multas indevidas (acima de 2% conforme Código de Defesa do Consumidor). O consumidor pode conseguir uma boa redução na dívida, mas terá que oferecer um valor para depositar em juízo mensalmente se quiser tirar seu nome do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa. Este valor tem sido fixado no máximo em 30% da renda do cliente. A cobrança de tarifas para emissão de boletos também é ilegal e pode ser questionada.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: IG</p>
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		<title>Aposentadoria por invalidez vale a partir da data do diagnóstico médico</title>
		<link>http://www.advogadoflorianopolis.com.br/aposentadoria-por-invalidez-vale-a-partir-da-data-do-diagnostico-medico/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 04:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aposentadoria por invalidez vale a partir da data do diagnóstico médico]]></category>

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		<description><![CDATA[A 2ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça manteve sentença da Unidade de Direito Bancário da Comarca da Capital e reconheceu o direito de Ramon Antônio Tridapalli à indenização de R$ 50 mil, referente à aposentadoria por invalidez no seguro de vida em grupo firmado com a QBE Brasil Seguros.
Ele ajuizou a ação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A 2ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça manteve sentença da Unidade de Direito Bancário da Comarca da Capital e reconheceu o direito de Ramon Antônio Tridapalli à indenização de R$ 50 mil, referente à aposentadoria por invalidez no seguro de vida em grupo firmado com a QBE Brasil Seguros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ajuizou a ação de cobrança após negativa da empresa, que alegou ter havido alteração no contrato com exclusão da cobertura em novembro de 2004, e que a aposentadoria só foi pedida em julho de 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">A seguradora apelou reforçando esses argumentos, e o relator, desembargador Sérgio Izidoro Heil, decidiu-se pela manutenção do direito do segurado, com a aplicação do Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu voto, observou que Ramon aderiu ao seguro de vida em grupo e, em agosto de 2002, após aderir ao Programa de Demissão Incentivada (PDI), continuou filiado à PROBESC, entidade que firmou o referido contrato, com autorização de débito do valor do seguro em sua conta-corrente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2003, a apólice, assinada inicialmente com a Besc Seguros, passou para a QBE Brasil Seguros, com previsão de cobertura dos casos de invalidez permanente por doença até 1º de novembro de 2004. Em setembro de 2003, com diagnóstico de câncer no intestino, Ramon foi submetido a cirurgia, recebendo auxílio-doença do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) até julho de 2005, quando se aposentou por invalidez. Nesta situação, requereu a cobertura do seguro à QBE.</p>
<p style="text-align: justify;">Heil entendeu que o segurado passou a ter direito a indenização a partir do diagnóstico, além de ter comprovado sua incapacidade por meio de documento do INSS, datado de outubro de 2004. O relator considerou que embora a alteração contratual, com exclusão da cobertura, tenha ocorrido antes do pedido, a incapacidade manifestou-se antes dessa data.</p>
<p style="text-align: justify;">“Assim, não resta dúvida de que subsiste o dever de indenizar da apelante, ainda que a aposentadoria tenha sido concedida em momento posterior à alteração da apólice de seguro, em que houve o cancelamento da aludida cobertura, eis que a doença fora identificada quando ainda estava em vigor a apólice de seguro, devendo ser considerado o fato gerador do dever de indenizar a data de diagnóstico da moléstia incapacitante”, concluiu Heil (Ap. Cív. n. 2008.055564-0).</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: TJSC</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cadastro indevido no SPC não constitui dano moral se já existe inscrição legítima</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:32:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cadastro indevido no SPC não constitui dano moral se já existe inscrição legítima]]></category>

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		<description><![CDATA[Não cabe indenização por dano moral em caso de anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito quando já existe inscrição legítima feita anteriormente. Com essa observação, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, suspendeu decisão da Justiça maranhense que havia condenado um supermercado ao pagamento de indenização por danos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não cabe indenização por dano moral em caso de anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito quando já existe inscrição legítima feita anteriormente. Com essa observação, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, suspendeu decisão da Justiça maranhense que havia condenado um supermercado ao pagamento de indenização por danos morais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na reclamação dirigida ao STJ, o advogado da empresa protestou contra a decisão da Terceira Turma Recursal e Criminal do Juizado Especial Cível do Estado do Maranhão, a qual, se for executada, pode causar à empresa enormes prejuízos, de difícil reparação.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo alegou a defesa, o supermercado foi condenado ao pagamento de R$ 6 mil por danos morais, por ter inscrito indevidamente o nome de cliente no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mesmo com a existência de outras inscrições do nome do autor da ação em cadastro de inadimplente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o advogado, a decisão da Justiça estadual está em desacordo com entendimento já firmado pelo STJ, constante da Súmula n. 385, que dispõe: “Da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, não cabe indenização por dano moral quando preexistente legítima inscrição, ressalvado o direito ao cancelamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">Cesar Rocha concedeu a liminar, reconhecendo presentes os requisitos da medida urgente. “Com efeito, ao que parece nesta análise perfunctória, o aresto impugnado destoa do entendimento desta Corte e a sua execução imediata pode ensejar dano de difícil reparação à reclamante”, considerou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo o presidente do STJ, estão demonstrados suficientemente a plausibilidade das alegações e o perigo na demora. “Defiro o pedido de liminar para suspender a eficácia do acórdão prolatado pela Terceira Turma Recursal Cível e Criminal do Juizado Especial Cível do Estado do Maranhão, até ulterior deliberação do relator da reclamação”, concluiu Cesar Rocha.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o envio das informações solicitadas pelo presidente ao juízo reclamado, o processo segue para o Ministério Público Federal, que dará parecer sobre o caso.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: STJ &#8211; Superior Tribunal de Justiça</p>
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		<title>Certidão do SPC deve ser gratuita</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:32:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Certidão do SPC deve ser gratuita]]></category>

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		<description><![CDATA[Procon SC vai notificar CDL da Capital
Com o Código de Defesa do Consumidor embaixo do braço, especialistas nas relações de consumo são incisivos em defender o acesso gratuito da população aos cadastros de proteção ao crédito e similares.
Diz a lei que, apesar de entidades como CDL e SPC serem representantes de lojistas, ou seja, privadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Procon SC vai notificar CDL da Capital</p>
<p style="text-align: justify;">Com o Código de Defesa do Consumidor embaixo do braço, especialistas nas relações de consumo são incisivos em defender o acesso gratuito da população aos cadastros de proteção ao crédito e similares.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz a lei que, apesar de entidades como CDL e SPC serem representantes de lojistas, ou seja, privadas, os cadastros e bancos de dados de consumidores são de caráter público. E acrescenta que esses dados têm de ser acessíveis ao cidadão assim que ele os solicite. A cobrança de um valor pelo acesso a informação seria uma forma de impedimento, como explica o gerente do Procon de Santa Catarina, Sidinei Parisotto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tentar sanar as divergências, Parisotto vai notificar a CDL de Florianópolis para que justifique a legalidade da cobrança. Com base na resposta apresentada, se for o caso, pode consultar o Ministério da Justiça para checar o entendimento em nível nacional, para que seja feita uma nota técnica com orientação para todos os estados e participantes do sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin, explica que o custo da atividade comercial do SPC, administrado pelas CDLs, não pode ser transferido para o consumidor. Os lojistas já pagam mensalmente pelo cadastro.</p>
<p style="text-align: justify;">– É como se eu montasse um cadastro qualquer, vendesse ao comércio e, quando o consumidor me consultar, eu cobro dele – compara.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma ação foi ajuizada recentemente pelo Ministério Público do Distrito Federal contra a CDL local sobre o assunto. Para o consumidor ter acesso ao documento por escrito sobre seu cadastro no SPC em Brasília, tem de pagar R$ 8.</p>
<p style="text-align: justify;">O promotor de defesa do consumidor do Ministério Público do DF, Leonardo Bessa, é autor da ação que questiona a cobrança. Ele afirma que o consumidor tem direito a acessar tudo que está no banco de dados sobre ele, e isso tem de ser gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o promotor Bessa reconhece que a questão é polêmica.</p>
<p style="text-align: justify;">– Como a lei não prevê de modo tão claro o contrário, depende de interpretação quanto ao recebimento da documentação escrita. Mas o que está claro é que o acesso deve ser gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;">A coordenadora institucional da Pro Teste, Maria Inês Dolci, também observa que há entendimentos divergentes a respeito da cobrança, mas à luz do Código de Defesa do Consumidor, defende que o acesso gratuito e imediato a informações cadastrais é um direito do consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Diário Catarinense</p>
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		<title>Veja que cuidados tomar ao financiar carro zero a longo prazo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:29:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Veja que cuidados tomar ao financiar carro zero a longo prazo]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a volta do IPI, a indústria automobilística registrou queda nas vendas. Para conquistar clientes, anuncia liquidações que parecem imperdíveis.
Carro zero é o sonho de muita gente. É só sair andando para encontrar promoções mirabolantes, prestações a perder de vista e ainda com desconto. A reportagem visitou feirões de carros, no fim de semana. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a volta do IPI, a indústria automobilística registrou queda nas vendas. Para conquistar clientes, anuncia liquidações que parecem imperdíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Carro zero é o sonho de muita gente. É só sair andando para encontrar promoções mirabolantes, prestações a perder de vista e ainda com desconto. A reportagem visitou feirões de carros, no fim de semana. O financiamento a longo prazo pode ser uma armadilha que pode comprometer o orçamento da família.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a volta do IPI, a indústria automobilística registrou queda nas vendas. Para conquistar os consumidores, está anunciando liquidações que parecem imperdíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Zero de entrada, desconto de 50% nas 12 primeiras parcelas. A bancária Ilana Gomes Soares não resistiu, comprou o primeiro carro da família: “Acabamos gastando com coisas supérfluas, que não são necessárias. Com isso, eu estou vendo que estou investindo em uma coisa boa”.</p>
<p style="text-align: justify;">O autônomo Thiago Bello parcelou em 60 vezes. O veículo antigo entrou como parte no negócio. “Se não for comprar em parcelas, são poucos os que têm condições de comprar à vista”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para atrair os clientes, as montadoras criaram modalidades novas de financiamento e passaram a oferecer alguns descontos. Mesmo assim, o movimento está distante do que foi visto no primeiro semestre do ano, quando a isenção do IPI estava acabando.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um feirão, eram vendidos 2,5 mil carros por fim de semana antes do término do incentivo fiscal. Desta vez, foram 2 mil. Com a economia aquecida, as montadoras ainda não têm do que reclamar: as vendas no primeiro semestre do ano foram 9% maiores em relação a 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas em junho, perderam fôlego: caíram 12% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Por isso, as promoções voltaram.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje, existe um grande esforço, tanto das montadoras, quanto da rede de concessionárias, em fazer com que o carro esteja um pouco mais barato”, destaca o gerente de marketing Rodrigo Rumi.</p>
<p style="text-align: justify;">As ofertas atraem, mas o consumidor precisa fazer bem as contas. Um dos carros mais baratos do mercado, por exemplo, custava antes do fim da isenção do imposto R$ 22,9 mil. Com a volta do IPI, o preço chegou a R$ 24,5 mil. Hoje, com o desconto da montadora, custa R$ 23,99 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o mesmo veículo, se financiado em 60 vezes, com zero de entrada e desconto de 50% nas 12 primeiras parcelas, sai no final por R$ 38.604. Mesmo com essa diferença, o negócio seduz por causa do valor das primeiras parcelas: R$ 357. Lembrando que a prestação dobra no segundo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O comerciário Adriano Souza não teve dúvida: fechou negócio. “Eu acredito não vai pesar no meu orçamento. Já fiz já o meu orçamento para o ano que vem em relação a meus gastos”.</p>
<p style="text-align: justify;">“O fundamental é a pessoa reduzir o saldo inicial. É importante que ela dê alguma entrada para que a despesa financeira não seja muito alta. Precisa verificar se essa despesa não vai contaminar outros lados da vida dela, como educação, saúde, lazer”, ensina o consultor em finanças Luiz Jurandir Simões.</p>
<p style="text-align: justify;">Em junho, a inflação do carro caiu quase 0,5%. A lona de freio e o álcool combustível foram os itens que mais registraram queda. Este ano, o preço do álcool já caiu mais de 16%.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Auto Esporte &#8211; Globo</p>
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		<item>
		<title>Assinatura para retirada de desconto ilegal no INSS</title>
		<link>http://www.advogadoflorianopolis.com.br/assinatura-para-retirada-de-desconto-ilegal-no-inss/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:29:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Assinatura para retirada de desconto ilegal no INSS]]></category>

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		<description><![CDATA[Governo orienta que aposentado exija prova que pediu exclusão. O mesmo vale na inclusão
POR LUCIENE BRAGA
Rio &#8211; Beneficiários do INSS alvos de descontos indevidos para sindicatos em função de filiação sem autorização devem solicitar exclusão (bem como a eventual inclusão) no cadastro das associações ou centrais sindicais mediante documento assinado. A orientação é do Ministério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Governo orienta que aposentado exija prova que pediu exclusão. O mesmo vale na inclusão</p>
<p style="text-align: justify;">POR LUCIENE BRAGA</p>
<p style="text-align: justify;">Rio &#8211; Beneficiários do INSS alvos de descontos indevidos para sindicatos em função de filiação sem autorização devem solicitar exclusão (bem como a eventual inclusão) no cadastro das associações ou centrais sindicais mediante documento assinado. A orientação é do Ministério da Previdência Social. Segundo o órgão, o pedido desfiliação (bem como o de eventual sindicalização) precisa ser feito preferencialmente nas instituições. Se o segurado não for atendido, e pode ir a um dos postos do INSS.</p>
<p style="text-align: justify;">Presidente da Federação das Associações dos Aposentados e Pensionistas do Rio (Faaperj), Yedda Gaspar afirma que as associações devem fazer o documento em duas vias. para que o segurado fique com um comprovante.</p>
<p style="text-align: justify;">“Tudo deve ser documentado. Quando nós pedimos a inclusão do nome do associado para desconto da contribuição de 1% do valor do benefício em folha, nós enviamos duas cópias à Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap). Uma delas deve ser encaminhada à Dataprev, para que o desconto seja autorizado. Não se pode simplesmente encaminhar uma listagem, sem que haja um comprovante”, afirma a sindicalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Yedda conta que foi chamada para ser ouvida em julgamento em que segurado dizia não ter se filiado à Cobap e pedia a devolução dos valores descontados. “Ele não se lembrava de ter assinado documento de filiação que nós apresentamos. O juiz ponderou que ele não poderia pedir devolução, apenas o desligamento”, contou.</p>
<p style="text-align: justify;">INSS perde 1.895 ações</p>
<p style="text-align: justify;">No Rio e no Espírito Santo, o INSS perdeu 1.895 ações no mês passado. O instituto será obrigado a desembolsar R$ 19,2 milhões para pagar essas causas do TRF da 2ª Região. Em média, é como se cada segurado que ganhou o processo fosse receber R$ 10.174,71. No País, reunindo ações de todos os tribunais regionais federais, foram 45.637 ações que beneficiaram 53.206 segurados, trabalhadores e aposentados, que conquistaram o direito a revisões ou concessão de benefícios.</p>
<p style="text-align: justify;">O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou aos tribunais R$ 493.249.124,23 para pagamento dessas requisições de pequeno valor (RPVs) na Justiça em causas contra a União.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse total, R$ 302,8 milhões correspondem a processos previdenciários. A média nacional, de R$ 5.691,08, ficou abaixo da média do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: O Dia Online</p>
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		<item>
		<title>Previdência Social entrega mais uma agência em São Paulo</title>
		<link>http://www.advogadoflorianopolis.com.br/previdencia-social-entrega-mais-uma-agencia-em-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:26:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Previdência Social entrega mais uma agência em São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministro Gabas inaugura nesta sexta-feira a nova unidade de São Manuel
Da  Redação (Brasília) –  O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo  Gabas, e o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),  Valdir Simão, inauguram nesta sexta-feira (23) a nova Agência da  Previdência Social do município de São Manuel (SP). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Ministro Gabas inaugura nesta sexta-feira a nova unidade de São Manuel</div>
<p style="text-align: justify;">Da  Redação (Brasília) –  O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo  Gabas, e o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),  Valdir Simão, inauguram nesta sexta-feira (23) a nova Agência da  Previdência Social do município de São Manuel (SP). A nova APS é a  quarta criada no estado, neste ano, pelo Plano de Expansão da Rede de  Atendimento (PEX). As outras agências foram instaladas nos municípios de  Dois Córregos, Tanabi e Martinópolis.</p>
<p>Com a nova unidade, os moradores de São Manuel, e também os segurados  dos municípios de Pratânia e Areiópolis, não precisarão mais se deslocar  a outras cidades para serem atendidos. Antes, a população destes três  municípios – estimada em 52 mil pessoas &#8211; tinha que percorrer cerca de  30 quilômetros  até as cidades de Botucatu e Lençóis Paulista em busca  dos serviços previdenciários.</p>
<p><strong>APS São Manuel</strong><br />
<strong>Data: </strong> 23/07<br />
<strong>Hora: </strong> 10h<br />
<strong>Local: </strong> Avenida José Horácio Mellão, 2501 – Núcleo Habitacional Tancredo Neves São Manuel</p>
<p><strong>Informações para a Imprensa</strong><br />
Mauren Rojahn<br />
<span>(61) 2021-5113</span><span dir="ltr"><span> </span></span><br />
ACS/MPS</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Justiça garante extrato da poupança</title>
		<link>http://www.advogadoflorianopolis.com.br/justica-garante-extrato-da-poupanca/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Justiça garante extrato da poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[Os poupadores que tinham caderneta no Bamerindus entre janeiro e  fevereiro de 1989 e precisam do extrato bancário para entrar com uma  ação de revisão do Plano Verão na Justiça podem obter o documento no  HSBC em até 30 dias, segundo decisão do STJ (Superior Tribunal de  Justiça) de abril deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os poupadores que tinham caderneta no Bamerindus entre janeiro e  fevereiro de 1989 e precisam do extrato bancário para entrar com uma  ação de revisão do Plano Verão na Justiça podem obter o documento no  HSBC em até 30 dias, segundo decisão do STJ (Superior Tribunal de  Justiça) de abril deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Justiça, o HSBC é o responsável pela emissão dos extratos do Bamerindus.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o advogado Alexandre Berthe, a Justiça tem garantido os extratos  aos poupadores. &#8220;As sentenças dão o prazo de 30 a 90 dias para o banco  fornecer o documento&#8221;, afirma.</p>
<div id="articleBy" style="text-align: justify;">
<p><strong>Fonte: Luciana Lazarini</strong> do <strong>Agora</strong></div>
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		<title>INSS cumpre decisão judicial e paga auxílio-doença prorrogado sem perícia</title>
		<link>http://www.advogadoflorianopolis.com.br/inss-cumpre-decisao-judicial-e-paga-auxilio-doenca-prorrogado-sem-pericia/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 17:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[INSS cumpre decisão judicial e paga auxílio-doença prorrogado sem perícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Regra foi mudada por decisão da 14ª Vara da Justiça Federal na Bahia

Da  Redação (Brasília) – Em cumprimento a decisão judicial, o Instituto  Nacional do Seguro Social (INSS) iniciou nessa segunda-feira (19) o  pagamento do auxílio-doença de segurados que fizeram o Pedido de  Prorrogação, mas não conseguiram ter a perícia realizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Regra foi mudada por decisão da 14ª Vara da Justiça Federal na Bahia</div>
<div id="detalhe" style="text-align: justify;">
Da  Redação (Brasília) – Em cumprimento a decisão judicial, o Instituto  Nacional do Seguro Social (INSS) iniciou nessa segunda-feira (19) o  pagamento do auxílio-doença de segurados que fizeram o Pedido de  Prorrogação, mas não conseguiram ter a perícia realizada antes da data   fixada para a cessação do benefício. Até então, se a perícia não fosse  realizada até a data estipulada para a cessação, o pagamento não era  garantido até a realização de novo exame. Caso a licença fosse  prorrogada por existência de incapacidade laboral, o segurado recebia  retroativamente à data da suspensão até a nova data fixada.</p>
<p>A partir de agora, quando for requerido o Pedido de Prorrogação, o  pagamento será mantido até a realização da nova perícia. A mudança na  regra se deu em cumprimento de decisão da 14ª Vara da Justiça Federal na  Bahia e será mantida pelo INSS enquanto não houver nova sentença  judicial.</p>
<p>A perícia médica é a avaliação obrigatória para a concessão dos  benefícios por incapacidade, como o auxílio-doença (previdenciário ou  acidentário), auxílio-acidente ou aposentadoria por invalidez. O perito  médico avalia cada caso individualmente, de acordo com a legislação. O  objetivo é verificar se a enfermidade apresentada pelo trabalhador o  impede de exercer sua atividade laboral.</p>
<p>Ao constatar a incapacidade para o trabalho, o perito médico fixa o  tempo para a recuperação da capacidade laboral. Se o segurado considerar  que ainda não se recuperou, nos 15 dias anteriores ao fim do período  estipulado pela perícia, poderá solicitar a extensão do benefício. Deve  ligar para a Central 135 e requerer um Pedido de Prorrogação.  Imediatamente, será agendada nova perícia médica. Pela regra anterior,  se a perícia não ocorresse até a data de cessação, o pagamento seria  suspenso até a realização de novo exame. Se o segurado não puder  comparecer ao exame na data fixada inicialmente, deverá procurar uma  Agência da Previdência Social para reagendar a perícia. Nesse caso, o  pagamento será interrompido.</p>
<p>Os segurados que fizeram o Pedido de Prorrogação, mas cujos benefícios  foram cessados antes do dia 19 de julho por não ter sido realizada a  perícia, terão o pagamento reativado, a contar de 19 de julho, até a  realização do exame. Já para os segurados cujos benefícios têm data de  cessação a partir de 19 de julho, não haverá interrupção do pagamento  antes da realização de nova perícia.  Em ambos os casos, para que o  pagamento continue, é necessário que, na perícia médica, seja constada a  permanência da incapacidade para o trabalho.</p>
<p><strong>Informações para a Imprensa</strong><br />
Pedro Rocha<br />
<span>(61) 2021-5113</span><span dir="ltr"><span> </span></span><br />
ACS/MPS</div>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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